LAYANE RODRIGUES PEREIRA/ THAMIRES CATONE DE JESUS
Professor(a): Layane Rodrigues/ Thamires Catone de Jesus
Ano: 1º ano
Idade: 6/7 anos Turma: Pérola
Duração: 4 horários de 40 minutos cada
Disciplina: Geografia
Tema da aula: O sujeito e o seu lugar no mundo
Área de conhecimento: Área das ciências humanas
Competências: Conhecer o espaço em que vive e o de diferentes épocas
Observar e identificar as semelhanças e diferenças existentes em
determinados lugares e épocas
Desenvolver autonomia e senso crítico para compreensão e
aplicação do raciocínio geográfico na análise da ocupação humana e produção
do espaço, envolvendo os princípios de analogia, conexão, diferenciação,
distribuição, extensão, localização e ordem.
Habilidades:
(EF01GE01) Descrever características observadas de seus lugares de vivência
(moradia, escola etc.) e identificar semelhanças e diferenças entre esses
lugares.
(EF01GE02) Identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras de
diferentes épocas e lugares.
Objetos de conhecimento: O modo de vida das crianças em diferentes lugares
Situações de convívio em diferentes lugares
Recursos:
Papel A4
Lápis de cor
Projetor multimídia
Pen drive
Vídeo
Brinquedos antigos ( peteca, pião, papagaio, etc)
Brinquedos tragos pelas crianças
Fantoches
Metodologia:
● Levantamento de conhecimentos prévios
● Realizar uma roda de conversa com as crianças a respeito dos lugares
que frequentam, sobre as pessoas desses lugares, o que pensam dos
lugares, quais as roupas usadas em cada ambiente, quais atividades
realizam nesses lugares, qual eles mais gostam, e aumentar a conversa
de acordo com o que forem falando, quais as brincadeiras que elas mais
gostam.
● Após a roda de conversa, apresentar para as crianças algumas
brincadeiras de diferentes época e falar sobre como e onde surgiu cada
uma, e como se brincava.
● Utilizar um fantoche para contar as histórias e como era o lugar.
● Brincadeiras para se apresentar (ex. peteca, pião, papagaio, badocada,
bola, brincadeiras de corda, brincadeiras com bola, boneca, video game.)
● Mostrar um vídeo apresentando como eles brincavam com os objetos.
● Pedir para que cada uma criança traga de sua casa um brinquedo que
gosta. Sendo um brinquedo das que nós conversamos em sala.
● Conversar e pedir que mostrem como brincam usando os objetos.
● Depois de um tempo desenvolvendo essa atividade, solicitar que sentem
em círculo e conversar sobre as diferenças e as semelhanças entre as
brincadeiras de antes e de agora.
● Desenvolver uma atividade com as crianças. O bairro é uma parte da
cidade. Nos bairros há casas, ruas, praças, padaria, escolas, farmácias, e muitas outras coisas. Pedir para que cada um desenhe um lugar que
mais gosta no seu bairro.
● Pedir que formem grupos de quatro crianças e discutam entre si quais as
diferenças entre esses lugares e quais as diferenças e semelhanças que
esses lugares têm da escola.
Avaliação:
Capacidade de observação do espaço em que vive
Capacidade para identificar diferenças e semelhanças
Se a criança foi capaz de ter autonomia e senso crítico para compreensão e
aplicação do raciocínio geográfico na análise da ocupação humana e produção
do espaço, envolvendo os princípios de analogia, conexão, diferenciação,
distribuição, extensão, localização e ordem.
Referência:
BNCC
Google Acadêmico
sexta-feira, maio 22, 2020
Sequência Didática
Professoras: Amanda Santana Ferreira e Renata Santos Ferreira
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Ano/Turma: 3º ano E.F
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Bimestre: 2º Bimestre
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Carga horária: 2 semanas
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Área de conhecimento: Ciências Humanas
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Disciplina: Geografia
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Unidade temática: O sujeito e seu lugar no mundo
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Objeto de conhecimento: A cidade e o campo: aproximações e diferenças
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Tema da aula: A vida no campo e a vida na cidade.
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Competências:
1. Utilizar os conhecimentos geográficos para entender a interação sociedade/
natureza e exercitar o interesse e o espírito de investigação e de resolução
de problemas.
3. Desenvolver autonomia e senso crítico para compreensão e aplicação
do raciocínio geográfico na análise da ocupação humana e produção do
espaço, envolvendo os princípios de analogia, conexão, diferenciação,
distribuição, extensão, localização e ordem.
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Habilidades:
(EF03GE01) Identificar e comparar aspectos culturais dos grupos sociais de seus lugares de vivência, seja na cidade, seja no campo.
(EF03GE02) Identificar, em seus lugares de vivência, marcas de contribuição cultural e econômica de grupos de diferentes origens.
(EF03GE03) Reconhecer os diferentes modos de vida de povos e comunidades tradicionais em distintos lugares.
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Recursos / Materiais:
Data show – pendrive – filme.
Livro: O rato do campo e o rato da cidade.
Revistas – jornais – cartazes – cola – tesoura – lápis – borracha.
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Metodologia:
1º momento – Levantamento de conhecimentos prévios
Propor aos alunos uma discussão sobre o tema “A vida no campo e a vida na cidade”, perguntando o que eles entendem por esses dois espaços, o que vem em suas cabeças quando se fala “campo” e “cidade”, o que eles acham que irá ser trabalhado com esse tema e deixe que eles levantem suas hipóteses e exponham suas opiniões.
2º momento – Leitura do livro
Pedir que os alunos façam a leitura coletiva do livro: “O rato do campo e o rato da cidade”, do autor Esopo, adaptado por Sílvia Moral.
3º momento – Discussão
Após a leitura do livro, pergunte aos alunos, que tipo de gênero textual está presente nessa história, qual foi o assunto abordado, quais animais aparecem na história, quais as diferenças entre eles e o que encontramos em um desses espaços que geralmente não tem no outro.
4º momento – Filme
Passar os episódios: “Chico Bento no shopping” e “Chico Bento em: Na roça é diferente”.
5º momento – Roda de conversa
Após a leitura do livro e dos episódios passados aos alunos, questione-os se a vida no campo é igual a vida na cidade, as diferenças culturais e nos modos de vida, as diferenças e semelhanças presentes nos dois espaços, as mudanças positivas e negativas que aconteceram nesses espaços, e explique-os que atualmente, nem sempre o espaço do campo é como no video, pois graças a inovação tecnológica, os espaços rurais vem se modernizando cada vez mais.
6º momento – Trabalho em grupo
Divida a turma em 3 grupos e disponibilize revistas, jornais, cartazes, cola, tesoura, lápis, borracha, etc.
O 1º grupo ficará responsável em ilustrar por meio de desenhos e gravuras, a vida na cidade. O 2º grupo ficará responsável em ilustrar a vida no campo. E o 3º grupo ficará responsável em ilustrar a vida modernizada no campo nos dias atuais.
7º momento – Finalização e exposição
Após a montagem dos cartazes, peça que os grupos os apresente para a turma e retratem pontos positivos e negativos relacionados a esses espaços ilustrados.
Depois, deixe que eles fixem nas paredes da sala os cartazes confeccionados.
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Critérios de Avaliação:
• Participação
• Interesse
• Trabalho em grupo
• Argumentação
• Desempenho
• Compreensão do conteúdo
• Realização do cartaz.
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Referências:
https://youtu.be/Gj4q0zAIw3I
https://youtu.be/zackl1j9PlQ
https://www.santillana.pt/files/apps/mun3/assets/ratos.pdf
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Consulta Pública. Brasília, MEC/CONSED/UNDIME, 2015.
terça-feira, maio 19, 2020
sexta-feira, maio 08, 2020
BLOG DO JADER
Livro Do Jader Janer
Com o objetivo de preencher o espaço da falta de material direcionado ao público infantil que trate da cartografia, área da Geografia voltada também para o estudo de mapas, o Grupo de Pesquisas e Estudos em Geografia da Infância (Grupegi), desenvolveu o livro “O colecionador de botões e a menina que gostava de mapas remendados.” Em formato digital gratuito, o e-book foi orientado pelo professor da área de Geografia do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (PPGE-UFJF), Jader Janer, que se dispôs a tratar do assunto em linguagem e esclarecimentos diferenciados a fim de que as crianças tenham bom acesso ao conteúdo.
Boa Leitura!!!!!
sexta-feira, abril 29, 2011
segunda-feira, abril 25, 2011
segunda-feira, agosto 16, 2010
WIE 2010 - XXX Congresso da SBC
segunda-feira, dezembro 14, 2009
segunda-feira, junho 22, 2009
País é o que mais desperdiça aula com bronca

Escola brasileira: desperdício de tempo e dinheiro pela necessidade de manter a disciplina
Docentes de escolas no Brasil gastam 18% do tempo das classes para manter disciplina; pesquisa abrangeu 23 países. Bulgária é o país onde os professores conseguem aproveitar melhor o tempo das aulas, seguido por Estônia e Hungria.
Os professores brasileiros são os que mais desperdiçam com outras atividades o tempo que deveria ser dedicado ao ensino. No período em que deveriam estar dando aula, eles cumprem tarefas administrativas (como lista de chamada e reuniões) ou tentam manter a disciplina em sala de aula (em consequência do mau comportamento dos alunos). A conclusão é de um dos mais detalhados estudos comparativos sobre as condições de trabalho de professores de 5ª a 8ª séries de 23 países, divulgado ontem pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). A pesquisa foi feita em 2007 e 2008. O resultado não surpreendeu Roberto de Leão, presidente da Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação. "Não li a pesquisa, mas é fato que muito do tempo do professor é roubado por tarefas que não deveriam ser dele. Ele precisa muitas vezes fazer a função de psicólogo, pai ou assistente social, já que todos os problemas sociais acabam convergindo para a escola." Mozart Neves Ramos, presidente-executivo do movimento Todos Pela Educação, conta que, quando foi secretário de Educação em Pernambuco, vivenciou isso na prática. "Fizemos uma pesquisa com o Banco Mundial que mostrou que boa parte do tempo do professor era para resolver questões que deveriam ser de responsabilidade de outros profissionais. Mas também detectamos que se perdia tempo com o professor falando de outros assuntos, em vez de tratar do conteúdo daquela disciplina." O relatório da OCDE mostra que a maioria (71%, maior percentual registrado) dos professores brasileiros começou a dar aulas sem ter passado por um processo de adaptação ou monitoria. A média dos países nesse quesito é de 25%. Os brasileiros também são dos que mais afirmam (84%) que gostariam de participar de cursos de desenvolvimento profissional. Esse percentual só é maior no México (85%). As informações foram colhidas em questionários respondidos por diretores e professores de escolas (públicas e privadas) selecionadas por amostra. No Brasil, 5.687 professores responderam ao questionário, aplicado em 2007 e 2008. Leão e Ramos concordam com o diagnóstico de que poucos professores passam por um processo de adaptação. "Muitas vezes, o secretário tem que preencher logo as vagas após um concurso para não deixar alunos sem aula. É como trocar o pneu do carro em movimento, quando o ideal seria ter um tempo para preparar melhor o profissional que começará a dar aulas", diz Ramos. Esse problema se agrava com a constatação na pesquisa de que os professores brasileiros trabalham com turmas com número de alunos (32) acima da média (24). Apenas no México, na Malásia e na Coreia do Sul essa relação é maior. Eles também têm menos experiência em sala de aula do que a média -só 19% dão aula há mais de 20 anos; a média de todas as nações comparadas é 36%. Estão abaixo da média (89,6%) ainda no nível de satisfação com o trabalho: 84,7%, o quarto menor índice. Diretores - A pesquisa investigou a visão dos diretores sobre problemas que afetam o aprendizado. O Brasil fica acima da média em questões como absenteísmo de docentes, atrasos e falta de formação pedagógica adequada. Também foram listados problemas relacionados a alunos, como vandalismo, agressões ou trapaças no momento da prova. A indisciplina se mostrou um problema mundial. Na média dos países, 60% dos diretores afirmaram ter, em alguma medida, distúrbios em sala de aula provocados pelo problema. O México tem o maior percentual (72%); o Brasil tem exatamente o índice da média. Diretores brasileiros foram dos que mais relataram ter pouca ou nenhuma autonomia para contratar, demitir ou promover professores por seu desempenho em sala de aula. No Brasil, só 27% disseram que podem escolher os professores. A média dos países é de 68%.
Postado por Simão Pedro Pinto Marinho em seu blog :http://tdeduc.zip.net/arch2009-06-14_2009-06-20.html
quarta-feira, junho 03, 2009
PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR
Gostaria de informar-lhes que está disponível no site http://www.mec.gov.br/ , no Portal Educação, o PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR. No interior do mesmo, encontram-se os resultados do Estudo Exploratório sobre o Professor Brasileiro com dados gerais e dados de Estado por Estado.
Vale a pena consultar
[]s
Maria Jacy
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